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Retinopatia diabética não tem cura, mas tratamento evita a cegueira

Diretor Técnico: Dr. Hamilton Moreira – CRM 9388 / RQE 2872

Controle da glicemia, aliado a acompanhamento médico regular, é fundamental para prevenir a deficiência ou a perda total da visão

Todos os anos, o Brasil registra em média 120 mil novos casos de catarata. A doença é a causa mais comum de cegueira – 769 mil brasileiros já perderam a visão por conta dela. O dado chama a atenção porque a cegueira por catarata é evitável, basta uma cirurgia a laser para que o paciente volte a enxergar perfeitamente: “As técnicas cirúrgicas na oftalmologia evoluíram muito nos últimos anos. Antes o cristalino era retirado inteiro de dentro do olho, necessitando de uma incisão grande para a extração e para o implante da intraocular”, explica o Dr. Jeferson Adriano Druszcz (CRM 15258 | RQE 8170), cirurgião oftalmologista da Médicos de Olhos S.A. Diante disso, muitas pessoas acreditavam que era melhor esperar a catarata “ficar madura”, ou mais avançada, para ter resultados melhores com a intervenção.

O diagnóstico da diabetes muda completamente a vida do paciente – a rotina inclui hábitos alimentares saudáveis, controle glicêmico e acompanhamento frequente da saúde de forma abrangente. Na prática, nem sempre é assim: de acordo com a Federação Internacional de Diabetes, mais de sete milhões de brasileiros adultos sequer sabem que têm a doença. Entre as diversas complicações causadas pela falta de informação, a retinopatia diabética está entre as mais graves, pois pode levar à deficiência visual ou à cegueira permanente.

Os sintomas não aparecem de um dia para o outro, principalmente em pessoas com o tipo 2: “há um espaço de tempo entre o início dos desconfortos e o diagnóstico; e o exame oftalmológico deve ser feito assim que for identificada a diabetes tipo 2. Nas pessoas com diabetes do tipo 1, cujo diagnóstico é mais rápido, a frequência de consultas oftalmológicas deve ser, no mínimo, anual”, indica o Dr. Rafael Gustavo Gioppo Ferre (CRM 22332 | RQE 1559), oftalmologista especialista em retina da Médicos de Olhos S.A.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, todos os anos, um milhão de diabéticos perdem a visão. O dado considera pacientes do mundo inteiro, mas serve como alerta; já que, somente no Brasil, 54% dos portadores da doença desconhecem as complicações na saúde dos olhos.

Deficiência visual pode surgir em poucos dias

Edema macular (acúmulo de líquido e inchaço nos olhos), hemorragia vítrea (sangramento na parte interna do globo ocular) e descolamento da retina. As três complicações mais graves nos olhos de portadores da diabetes ainda desafiam os profissionais da área. “A doença começa pela retina, com pequenas hemorragias internas que podem extravasar e formar o edema macular. À medida em que vai progredindo, pode afetar as partes anteriores dos olhos, causando até o glaucoma neovascular. Nessas situações o controle é bastante difícil, as mudanças podem acontecer de uma semana para a outra e o paciente perde a visão rapidamente”, alerta o Dr. Rafael.

Diretor Técnico: Dr. Hamilton Moreira – CRM 9388 | RQE 2872


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