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Diopsys para Glaucoma

Como avaliar o funcionamento da visão

Preste atenção na seguinte afirmação: não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro. É uma verdade absoluta. Os olhos são simplesmente os órgãos receptores da luz, mas as imagens são decodificadas no córtex visual, no cérebro. Portanto, a imagem deve
passar pelo nervo óptico até chegar no cérebro, onde será interpretada.

A maioria dos exames que dispomos na oftalmologia visam obter informações dos olhos, dos órgãos receptores. Informações sobre a córnea, sobre o cristalino , ou sobre a retina. Se estas estruturas estiverem normais, provavelmente a visão estará boa. Mas, se o caminho da imagem para o cérebro não estiver normal, apesar do olho estar normal, a visão pode estar
comprometida. Existem algumas doenças que deixam o oftalmologista em dúvida se o nervo óptico está normal. Se o caminho da imagem até o cérebro está normal. O objetivo do exame Diopsys é fornecer informações objetivas da função visual. O Diopsys informa se as estruturas estão funcionando bem.


Sobre o Glaucoma

O Glaucoma é uma doença de difícil diagnóstico. Glaucoma não apresenta
sintomas, faz parte das doenças chamadas: silenciosas. Sabemos que o risco de desenvolver glaucoma, aumenta 15 vezes em pessoas que tem algum parente próximo com glaucoma. Os fatores genéticos nesta doença, são muito importantes. Uma vez diagnosticado o glaucoma, o paciente deve controlar esta doença para o resto da vida.

O glaucoma destrói as células da retina que formam o nervo óptico. O maior desafio é a detecção destes danos bem no início. A tecnologia Diopsys examina se estas células estão funcionando bem. Informa se as células estão vivas, funcionando normalmente, e se o estímulo causado pela luz está sendo levado corretamente ao cérebro. Exames como o OCT para Glaucoma podem avaliar a quantidade de fibras nervosas e células retinianas. Podem avaliar se existe algum dano estrutural, mas não avalia a função dessas células, e nesse sentido, o Diopsys pode nos auxiliar.


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O Diopsys avalia se as células apresentam algum sofrimento, antes de existir morte celular. Pode auxiliar na detecção do precoce do glaucoma, antes da doença gerar sintomas visuais.

Existem duas situações onde o Diopsys pode ser utilizado. Casos onde suspeitamos de glaucoma, com importantes fatores de risco, mas não encontramos em nenhum outro exame evidências para dar o diagnóstico de certeza. Nestes casos, podemos avaliar com o Diopsys se as células estão com algum mal funcionamento. Antes mesmo de ocorrer alguma morte celular, antes de termos alterações na quantidade de células. O diagnóstico precoce do Glaucoma é muito importante, e se pudermos identificar a doença antes de ocorrer morte das células, melhor será o prognóstico da doença para aquele paciente.

Outra situação onde o Diopsys pode nos ajudar, são pacientes com glaucoma que estão pingando os colírios regularmente, mas não temos certeza se é o suficiente para manter a doença controlada. Nestes casos, o Diopsys pode nos auxiliar, avaliando se existe sofrimento das células, algum mal funcionamento e portanto, mudarmos o tratamento, ajustando os colírios ou fazendo o laser SLT para glaucoma, dependendo de cada caso.

“O Diopsys avalia a comunicação entre o olho e o cérebro. Examina se as células do fundo do olho estão respondendo bem aos estímulos visuais, e funcionando normalmente.”

Dr. Rodrigo Omoto, especialista em glaucoma e responsável pelo Diopsys em Glaucoma.





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